domingo, 23 de novembro de 2008

Notícia de última hora?


Mais uma temporada de chuvas em grande parte do Brasil e assim como todos os anos os estragos causados pelo "mau" tempo continuam. Parece até que vão deixar de ser notícia, já que quase não se encaixam mais no quesito da imprevisibilidade que torna um fato merecedor de virar notíca. Teorias do jornalismo a parte, deslizamentos e enchentes já fazem parte do cotidiano assim como os desabrigados e as estradas interditadas. E mais previsíveis do que as tragédias são as próprias chuvas, que costumam vir na mesma época mesmo com os incovenientes de "el niño", "estufa" ou o que for. A cada ano o que muda são os números de mortos, de desabrigados, de prejuízos financeiros. E a cada quatro mudam os entrevistados que falam como resolverão esses problemas.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Jobão - Cotidiano


Vou fazer aqui o mesmo que o grande Jouber Lacerda costuma em seu blog. Sempre divulgando os amigos e as idéias que acha válidas. Vai então uma dica de um cara que está fazendo um som bastante particular em Ipatinga e gravou seu primeiro CD, intitulado Cotidiano. Conhecido como Jobão, esse rapaz canta acompanhado de seu violão e as vezes uma guitarra completa o conjunto. Pra quem gosta de mpb, samba, rock, ou reggae.


sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Do que precisa o Galo?

Por Bruno Sérgio

Do precisa um time? Do que precisa o Atlético Mineiro?
O Atlético tem a massa, fanática e incansável, cantadora e sonhadora. Preta e branca, sempre presente. Tem Galoucura, tem Netgalo, dentre outras.
O Galo tem milhares de Josés, Antônios, Marias e Joaquinas.
Tem Thiagão,Thiaginho, e vários toms de Thiago.
Tem Daniel que não fica calado.
Tem Serginho e João Filho, filha, irmão e pai.
Tem Francklin, tem Milena, Alena e Renato Pena.
Tem Allison e Igor. Tem o que vos escreve e meu filho.
Nunca teve meu pai, mas ele eu comparo com Tostão, tinha que ser assim. Tem minha mãe. Tem Cicarelli, tem metade do Skank e Wilson Sideral.
Temos Milton Neves.
Tinha Roberto Drummond.
Temos a massa (não o biscoito fino). Temos a bandeira de duas cores básicas. Temos glória. Temos grito de “Galôôô” até as 3 da manhã, após jogo no Mineirão.
Somos massa em BH, Contagem e Betim.
Massa somos na Serro do Cipó, Conceição e Itambé do Mato Dentro, Milho Verde, Serro e Diamantina.
Somos massa histórica em Ouro Preto, Mariana, Congonhas, Tidadentes e São João.
Massa no Circuito das Águas, no Cirtuito do Ouro.
Somos massa em Araxá, Uberlândia, Campos Altos e Uberada.
Somos Galo (leia-se, massa) em Ipatinga, Timóteo e Coronel Fabriciano.
Somos Galo em Governador Valadares, Caratinga e Manhuaçu.
Somos massa em Juiz de Fora (lá, os cariocas tentaram dominar).
Somos massa em Teófilo Otoni e somos massa em Nova Era, João Monlevade e Roças Novas.
Todas as roças, fazendas, chácaras e sítios, somos massa.
Somos massa nas cachoeiras de Minas. Nas praias que não temos, e nos bares que bebemos.
Temos o galo nos Estados Unidos, Na Europa e Japão.
Mas, o que falta ao Atlético? O que falta á massa que somos?
Faltam nomes?
Faltam craques?
Faltam estrelas. Sim! Repito, faltam estrelas.
Não aquelas estrelas que colocamos em cima do escudo, no peito orgulhoso.
Falta-nos as estrelas de outrora.
Falta-nos Dario, Humberto Ramos.
Falta-nos Laci, Tião (Romeu) e Mussula. Ahn, se Mussula não fosse Mussula Tostão teria marcado naquele 2 X 1 que fizemos no Brasil, em 03/09/69. (Tudo bem, o galo usou camisa vermelha naquele jogo, mas por baixo os jogadores tinham a alvinegra)
Falta-nos Tafarel, Renato e João-Leite (Tafarel era santo? João Leite era de borracha?).
Falta-nos Éder, Luizinho. Falta-nos Nelinho e Palhinha.
Falta-nos um técnico-líder, como Yustrich. Falta-nos um técnico-gênio, simples e tranqüilo, como Telê.
Falta-nos Cerezo coração do mundo, coração de todos.
Falta-nos Reinaldo e 28 gols em 18 jogos no brasileiro de 1978, sua mei-bicicleta e a demonstração de que pode fazer um homem, ainda que caindo ao chão.
Falta-nos Ângelo e Ziza, incansáveis. Falta-nos Marcelo e Paulo Isidoro. Falta-nos o capitão Oldair
Falta-nos presidentes como Elias Kalil. Falta-nos diretores de futebol como Nery Campos.
Aonde estão todos eles? Onde se encontram que não nos deixam encontrá-los? Por onde andam, ou por onde jogam esses craques, essas estrelas? Esses heróis?
Eu digo. Andam escondidos na ganância de nossos dirigentes, terríveis cartolas. Andam perdidos pela falta de apoio às categorias de base e á meninada. Aquele apoio que o Rei Reinaldo recebeu, quando aos 16 anos despontou no Galo.
Precisamos (sim, precisamos, nós, a massa, os Josés e Marias atleticanos, o Galo) é de pessoas sérias na frente desse time, que, como diria o cronista, chega a confundir com religião.
A massa torce contra o vento, mas nossos atuais dirigentes têm interesse diferente da massa, esses não podem fazer parte do Glorioso Galo das Minas Gerias.
Bruno Sérgio

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

O Futuro da TV no Brasil - parte I


Com a chegada da tecnologia da TV digital um pensamento é natural, o de que a modernidade continua nos trazendo benefícios. Porém, não é tão simples assim se pensarmos em como temos utilizado dessas tecnologias ao longo da história brasileira. Em se tratando de televisão, por exemplo, é quase unânime a visão de que ela é um meio que exerce muita influência sobre a população. Considerando que são poucos aqueles que tem poder suficiente para conseguir uma concessão para transmitir em caráter “aberto” na TV brasileira, conclui-se que a informação acaba por se concentrar nas mãos de poucos. É claro que não estamos falando de todos os veículos, mas talvez daquele que exerça maior fascinação e influência sobre seus espectadores.


Com a chegada da internet as possibilidades de qualquer pessoa se tornar um emissor de informações a tornaram um meio considerado mais democrático. Isso do ponto de vista de que é possível criar e emitir mensagens, textos, ou qualquer outro tipo de formato sem precisar da autorização de um órgão que se possa comprar ou um ministério corrupto. Por outro lado é claro o fato de que não é tão fácil para uma população como a brasileira adquirir computadores cujos preços são quatro vezes maiores que seu salário.

Sendo assim, em pleno o ano de 2007, o governo brasileiro anuncia que em dezembro a tecnologia da TV digital entra em funcionamento em São Paulo. Voltemos então ao pensamento natural quando se fala do assunto. Essa é uma tecnologia que possibilitaria inúmeras novas maneiras de se fazer comunicação audiovisual. A tão tradicional TV ganharia qualidade de DVD em seu som e imagem. Ganharia também os benefícios da internet, fazendo com que fosse possível aliar a interatividade da mesma, à já tradicional força da imagem televisiva. Outra vantagem seria a possibilidade de democratizar um pouco mais o meio, que teria produções independentes das grandes emissoras ganhando espaço, mais opções de programação, ou seja, uma maior diversidade à disposição do telespectador. Quem sabe assim a TV não chegaria mais perto de sua característica constitucional de ser um bem público?

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Em tempos de eleição



12, 13, 15, 22...seja lá qual for o número eles estão todos aí pedindo para serem memorizados por nós. Parece não importar mais quem é ou o que propõe o candidato, mas sim lançar seu número. Um tipo de lavagem cerebral é o que me vem em mente, já que é fácil ver por aí propagandas em que nem o nome do indivíduo é citado. Pelo menos aqueles anúncios que lotavam os postes e as ruas nas últimas eleições estão começando a diminuir. Ser eleito por se divulgar não me parece justo, ainda mais quando fazem do excesso da propaganda mais um tipo de poluição, seja ela visual ou sonora. Mas mesmo depois da proibição dos "Showmícios" e da "panfletagem" indiscriminada em locais públicos algumas mudanças no código eleitoral ainda precisam ser feitas. Não deixe eles ganharem no grito!

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Exemplos olímpicos


Espírito olímpico. A palavra vira e mexe está presente nos comentários tanto de atletas quanto de jornalistas. No evento onde a cada quatro anos o homem se supera e chega perto da perfeição em cada modalidade são vários os exemplos de perseverança, esperança, e garra. A primeira brasileira a receber o ouro em esporte individual, o primeiro ouro da história da natação. É realmente de se emocionar com os momentos que uma olimpíada proporciona.


Enquanto isso, Ronaldinho Gaúcho pedia uma jogadora de futebol sueca em casamento via intérprete. Se delicie com o "fora" do cara: